Dias das Mães

17 de maio de 2012 at 13:17 (Mundo geral, Mundo literatura, Mundo mulher) (, , , )

Por Vanessa Damasceno

Gente, minha vida está uma correria e o blog anda abandonado. Eu sei que o Dia das Mães já passou, mas vim compartilhar com vocês um texto que fiz para o cartão do Dia das Mães da empresa onde trabalho. Muita gente gostou, então aí está:

 

Nove meses de espera.

Oitava maravilha do mundo.

Sete dias da semana de cuidado.

Seis sentidos com intuição.

Cinco continentes de amor.

Quatro estações de carinho

Três letras

Dois olhos atentos

Uma vida apaixonada!

 

Até os números reconhecem a soma que você traz para o mundo.

Feliz Dia das Mães!

 

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A cara da pobreza

14 de fevereiro de 2012 at 22:06 (Mundo geral) (, , , , , , )

Por Vanessa Damasceno

Todo mundo que me conhece sabe que eu uso e abuso da expressão já banalizada “A cara da riqueza”. Quando acho algo sofisticado, chique ou luxuoso eu solto logo um “é a cara da riqueza” e de tanto repetir essa expressão as pessoas até já reproduzem assim “- como diz a Vanessa…é a cara da riqueza!”.

A verdade é que eu nem sei bem de onde surgiu essa expressão, provavelmente foi de algum programa de televisão (isso não vem ao caso), mas devo ter ouvido alguém falar e acabei pegando a frase e colocando no meu vocabulário-padrão.

É claro que uso muito a frase porque, de uma forma ou de outra, quero a riqueza na minha vida. Eu falo das riquezas tanto intelectuais, sociais, emocionais quanto àquela relacionada à conta bancária.

E eis que uma pessoa que vivi achando tudo “a cara da riqueza” se deparou com uma situação totalmente inversa. Vou resumir para vocês a saga pela qual passei na semana passada.

Estava eu trabalhando em mais um dia comum na certeza que ficaria até mais tarde no trabalho por conta de uma reunião importante de autoridades. Meu carro fica estacionado em um estacionamento um pouco distante do prédio onde trabalho porque simplesmente não há vagas mais próximas.

Não vem ao caso eu tentar explicar como, mas o fato é que procurei vaga umas 17:30 para estacionar o carro “mais próximo” e fui infeliz na tentativa.

Lá pelas 21:30, quando a reunião finalmente acabou, eu estava pronta para chegar na minha casa e dormir como um anjo. Como o estacionamento fica em uma rua escura e perigosa  pedi carona de uma colega de trabalho que estava indo para casa de táxi.

– Me deixa ali no estacionamento, mana? E ela prontamente atendeu  ao meu pedido. Foi o que me salvou.
Chegando ao tal estacionamento, no qual mora uma família de vigia, eu bati, bati, bati no portão trancado e nada de abrirem. Meu carrinho era o único menor abandonado em todo estacionamento, trancafiado por aquele alto portão de metal enlaçado com um mega cadeado.

E agora, José? Desde que comecei a dirigir, não houve um dia sequer que meu carrinho me deixou na mão! Ele é meu companheiro fiel que me leva para cima e para baixo, como eu poderia ir para casa sem ele?

Pois não teve jeito, ninguém veio atender ao meu chamado e acabei aceitando a carona da colega que me levou para casa de táxi. No meio do caminho lembrei simplesmente que guardo (ou guardava) a chave de casa no carro, ou seja, estava sem carro e sem teto, já que moro sozinha e não tinha ninguém para abrir a porta do apartamento.

Um problema sempre gera outro, vocês já perceberam?

A sorte é que meu irmão mora no apartamento vizinho e eu poderia dormir por lá, o problema é que ele também não estava em casa e voltaria “dentro de 30 minutos”, já que estava do outro lado da cidade.

Nessa hora eu me arrependi de não ser “chegada” em nenhum vizinho porque fiquei plantada  com um salto enorme na frente de casa. Resolvi esperar sentada em um barzinho vizinho, mas depois de 10 minutos por lá não aguentei o clima e me levantei. Eram muitos bêbados, pessoas esquisitas, todos me encarando porque eu era “um ser estranho” naquele lugar.

Eu poderia pedir um lanche, tentar parecer natural, mas adivinhem…os únicos 20 reais que eu tinha estavam onde?? No carro trancado!!!! A solução foi ir para a parada de ônibus, inicialmente lotada, e esperar em um ambiente mais “democrático”. Assim fiz. Atravessei a rua e sentei, meio encolhida, no banco da parada.

E os ônibus passavam e as pessoas iam embora…e assim foram indo…uma…duas…três…quatro pessoas. Faz um tempo que não pego ônibus mas confesso que me deu vontade de ter um lugar para ir, pegar um ônibus com algum destino, tudo parecia melhor do que ficar ali parada sem teto, sem carro, sem dinheiro.

A única pessoa que ficou na parada foi uma mendiga que já estava querendo se recolher, já que passava das 23h. E eu lá, atrapalhando a privacidade dela. A “meia hora” do meu irmão aumentou para quase 1 hora de espera e eu senti, naquele momento, uma ínfima sensação do que é ser uma mendiga.

Eu estava com fome, com frio e com uma sensação horrível por estar sem minha casa, meu carro, minha vida.

Compartilhei com a mendiga aquele pequeno momento e ela nem imagina o quanto eu aprendi com essa situação. Aprendi a valorizar o mínimo do que tenho: um colchão para dormir, lençóis  macios, comida na geladeira. Não que eu não valorizasse antes, mas é que com a vida corrida a gente sempre está sonhando em ter mais e mais coisas e esquece que já temos muito!

A partir desse dia comecei a logo cedo, pela manhã, iniciar meus dia agradecendo. Agradeço minha vida, a saúde, família, por ter um emprego e por aí vai.

É engraçado como uma situação realmente “a cara da pobreza” me fez crescer tanto como pessoa e aumentar a riqueza do meu pensamento, da minha gratidão.

Obs: No fim das contas, terminei a noite agasalhada e alimentada, já que meu irmão chegou para me salvar. No outro dia dei meu jeito para chegar ao trabalho e no fim do expediente resgatei meu carrinho do estacionamento. A família do vigia me disse que “estava procurando a chave do portão” e por este motivo não foi atender a porta quando chamei. Eles nem imaginam que me causaram um tremendo transtorno, mas também que me proporcionaram um grande aprendizado.

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O que quero da vida

10 de janeiro de 2012 at 03:54 (Mundo literatura, Mundo Noiva) (, , , )

Por Vanessa Damasceno

Eu quero teu amor moleque

Deitado pelo chão da escola

Eu quero teu olhar no meu

Sem se importar se o ônibus demora

***

Quero um cinema escuro

E um filme que não lembrarei

Quero um amor maduro

Que no altar encontrarei

***

Eu quero uma risada à toa

Embaixo de qualquer lençol

Quero contigo só ficar na boa

E pouco importa se há chuva ou sol

***

Eu quero te ouvir cantar

No meu ouvido baixo pra me arrepiar

Eu quero um filho com o teu olhar

E os teus passos firmes a me acompanhar

***

Eu não preciso tentar te dizer

Que ontem e hoje

O que eu quero

É você!

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Festa de Noivado – Dicas de como fazer

2 de janeiro de 2012 at 18:03 (Mundo mulher, Mundo Noiva) (, , , , , , , , )

Por Vanessa Damasceno

Muita gente acha que comemorar o noivado é exagero, que o importante mesmo é o pedido que o noivo faz para a noiva, que é um momento muito íntimo do casal. Eu pensava assim, mas por causa do meu noivo que quis muito fazer um jantarzinho para a família, eu mudei totalmente de opinião.

Se você acaba de ser pedida em casamento, faça uma comemoração de noivado, sim! Vocês estão tão felizes que precisam compartilhar isso com quem mais amam: as famílias!

Procurei na internet como era uma festa de noivado, porque não lembrava de ter ido para nenhuma. Já fui em muitos chás de panela, de baby, mas noivado é diferente.

Aí vão algumas dicas importantes para quem está “perdida”, como eu estava:

Mando ou não mando convite?

 Se a festa for só para a família mais íntima (mãe, pai, irmãos e cunhados), não precisa de convites. A regra de etiqueta diz que se forem até 20 convidados o casal se encarrega de convidar as pessoas oralmente. Isso deixa a festa mais informal.

Agora se vocês já quiserem chamar amigos, tios, padrinhos do casório, vão precisar de convites, porque provavelmente este número de convidados vai ser maior do que 20 (os noivos contam) isso significa ir de casa em casa entregar os convites…mas no final o resultado será uma festa grande e bonita.

 E a aliança? No dedo ou entrega na hora?

 Essa é uma decisão de cada casal. Mas eu acho que se o casal já trocou alianças sozinho antes (na hora do pedido mais romântico) e já está usando a aliança há um tempo, soa meio falso repetir a cena só para a família assistir. Agora se é na festa do noivado que o noivo vai fazer o pedido pela primeira vez, ou se na hora do pedido romântico ele não providenciou a aliança, então tem que ter a entrega das alianças na festa, sim! (Não esqueça das fotos!). No meu noivado já recebemos os convidados com aliança no dedo, porque ficamos noivos em uma viagem e já usamos as alianças desde lá.

O noivo faz ou não faz pedido para o pai da noiva?

 Faz! É tão legal! Na verdade é o momento do noivo fazer um discurso, e assim, emocionar a todos com a história de vocês. Eu achava que não ia chorar no meu noivado, mas meu noivo me surpreendeu, falou tão bonito, que eu chorei!! Foi lindo. E no fim do discurso, ele perguntou ao papai se concedia minha mão em casamento para ele. Todos vibraram, riram, foi bem legal. E o papai disse sim claro, aproveitando para fazer seu discurso também. A noiva nessa história tem duas opções, ou fica calada chorando (kkkk) ou também fala algumas palavras. Acho que o momento é especial demais para ficar calada. Então meninas, achem um tempinho para pensar em algumas palavrinhas para dizer…eu apostei no improviso e na hora fiquei nervosa…a dica é pensar antes então!!

Onde fazer?

 Fiquei triste quando olhei em um site que o local ideal para fazer a festa de noivado é a casa da noiva. E também que geralmente é a família da noiva que proporciona a festa. Ah gente!! Convenhamos, em tempos modernos esse papo de pais da noiva bancarem tudo não convence.

Não sei no caso de vocês, mas no meu caso, eu e o noivo bancamos tudo, providenciamos tudo. Já somos bem crescidinhos (25 e 24 anos) para ficar pedindo tudo de papai e mamãe. E outra, nem sempre os pais da noiva tem condições financeiras de bancar uma festa ou jantar sozinhos, então cada um tem que se adaptar a sua realidade, sem estresse. O que importa mesmo no fim das contas, é a celebração do amor, do noivado.

Como minha casa é pequena, optamos fazer em um restaurante, assim também não nos preocuparíamos em fazer comida. Mas também, por conta dos gastos, os convidados foram contados nos dedos e assim não chamamos amigos e outros familiares. Mas foi perfeito, uma celebração com os mais íntimos. No total éramos 15 adultos e 3 crianças. Pesquisamos alguns lugares, até que resolvemos fazer em um restaurante onde já tínhamos ido em um aniversário e que achamos bem legal.

O que preciso providenciar?

 Tem festa de noivado que tem quase tudo de um casamento (convite, decoração,centro de mesa, lembranças, bolo) mas acho exagero. No meu caso providenciamos apenas um bolo de noivado e algumas lembrancinhas.

O bolo

 A maioria dos bolos que vi na internet tinham corações. Eu decidi fazer o nosso seguindo esse padrão, mas não copiamos o design do bolo de nenhuma foto do google. Fomos na casa de uma senhora que faz bolos lindos usando a pasta americana. Ela tem várias revistas e pegamos uma ideia de uma das revistas dela. Pedimos um bolo pequeno e ela cobrou R$100,00. Mas ainda achei o bolo grande, sobrou muito. O importante do bolo de noivado é que tenha alguma decoração que remeta a noivado…corações, alianças, nomes dos noivos, biscuit com os bonequinhos dos noivos, enfim…cada um cria o seu como acha melhor… A dica é procurar uma pessoa que trabalha com pasta americana porque com a pasta é possível fazer bolos lindos.

Olha a foto do nosso bolo. Simples e lindo!

O bolo foi todo branco, com os corações vermelhos caindo, como se estivessem pendurados por fitas e lacinhos, uma graça! Para o topo encomendamos os corações de pasta americana tipo pirulito (IMPORTANTE: Só coloque os palitinhos no bolo quando já estiver na mesa da festa. Se colocar antes, na hora do transporte do bolo até o local os buraquinhos vão abrindo e fica feio, não esqueça). Outra dica, não guarde o bolo na geladeira. A pasta americana começa a suar na geladeira. Se você morar em uma cidade não muito quente, deixe o bolo em temperatura ambiente. Como moro em Manaus, um calor gigante, deixei o bolo no ar condicionado e deu certo.

As lembrancinhas

Assim como um aniversário e um casamento, na hora das lembranças você pode gastar uma fortuna ou presentear com uma coisa simples. Nossa lembrança de noivado foi simples, mas é claro que tinha seu charme. Procurei na internet (como sempre!) ideias para lembrança, mas achei algumas muito sofisticadas, no estilo de casamento e não era o que queria ainda (para tudo tem sua hora). Foi então que vi essa imagem aqui:

Adorei essa ideia dos pirulitos e da capinha, então resolvi fazer uma lembrancinha nesse estilo.

Para incrementar, resolvi encomendar pirulitos de chocolate em formato de coração, acho que dão um ar mais sofisticado do que o pirulito convencional e é claro…são mais saborosos também! A mãe de uma amiga minha faz pirulitos ,então não teve problema. Com um telefonema ela encomendou e eles chegaram como pedi: embrulhados em papel alumínio vermelho e com saquinho transparente, amei!

Por sorte eu conheço uma designer que é apaixonada por casamentos, aniversários, noivados e faz arte com muito carinho e dedicação. Não tive dúvida de encomendar dela os envelopes. E ela deu show: fez em um papel brilhoso, dando um ar de sofisticado, também fez uma arte linda de coração e dois passarinhos (muito fofo).

A nossa lembrança ficou assim:

Eu não tirei foto da parte de trás do envelope, mas lá pedi para colocar uma frase que meu noivo usou quando me pediu em casamento:

“Sonho que se sonha só e só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade” (Prelúdio- Raul Seixas)

O brinde

Providencie algo para brindar! Assim como as lembranças, a bebida varia conforme o bolso. No nosso caso compramos três garrafas do espumante Chandon, uma delícia. Mas como éramos apenas 15 pessoas, duas garrafas seriam suficientes, afinal ninguém vai se embebedar com champanhe! É só um brinde! Mas se a grana tiver curta, vale qualquer espumante!  É o que já disse…o mais importante é a celebração!!!

Bom noivado a todos!! Espero ter ajudado!!

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Retrospectiva 2011

2 de janeiro de 2012 at 02:32 (Mundo geral, Mundo mulher) (, , , , , )

Por Vanessa Damasceno

2012 começou.

A dieta vai precisar sair do projeto e a academia precisa ser paga e freqüentada.Mas além de fazer planos e mais planos para o ano novo, gosto dessa época de fim de ano/início de ano porque refletimos sobre a vida, os sonhos…

Não tenho como adjetivar de outra forma o ano de 2011: Foi M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O! Acho que uma das coisas mais marcantes foi o meu noivado, isso mesmo, estou Noiva!!

E o pedido foi em um lugar + do que especial: A Praia do Amor em Pipa, no Rio Grande do Norte. Sem dúvida, o fim de tarde do dia 13 de setembro de 2011 será inesquecível. Guardarei para sempre na memória o momento em que meu amor se declarou todo e com as alianças em mãos perguntou: – Quer casar comigo???

Eu não sabia se ria de nervoso, se chorava de emoção, se respondia logo sim, se tascava um beijo nele….acabei fazendo um pouco de tudo, um tanto quanto atrapalhada. Mas não poderia ter sido mais perfeito!!! Foi lindo! Agora 2012 vai ser ano de preparativos para o casório e para a casa nova…TUDO!!!

Ainda na retrospectiva 2011, ganhei um presente lindo com nome e sobrenome, meu primeiro afilhado Pedro Damasceno Leite. O filho da minha amada irmã veio encher nossos corações de paixão. Foi sem dúvida, o meu melhor presente do ano! Hoje (1 de janeiro) ele completou 5 meses de pura fofura!!

E eu que amo viajar posso dizer que em 2011 conheci lugares lindos! Fui a 5 estados brasileiros dos quais 4 ainda não conhecia, uma benção! Conheci Roraima, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e visitei, pelo terceiro ano consecutivo, a cidade maravilhosa para curtir o maior festival de música do mundo…O Rock in Rio 2011! Sem dúvida, uma experiência memorável!

Trouxe para casa o Prêmio Expocom Norte, na categoria Relações Públicas, modalidade Pesquisa de Opinião. Um orgulho muito grande representar a Ufam e ganhar em nível regional. Fui concorrer ao Prêmio Nacional, mas nessa vez o prêmio foi para os paulistas…é a vida, nem sempre levamos todas. Mas falar do Intercom é muito mais do que falar do Prêmio, foi a primeira vez que participei do Congresso de Comunicação e fiquei com gostinho de quero muito mais!!! Conheci gente nova, aprendi, vi ótimas pesquisas…muito bacana!!

Minhas férias foram um sonho!!! Primeiro tive a experiência de viajar sozinha para Recife para participar do Intercom Nacional, depois fiquei 5 dias na casa de uma amiga-tia-professora-mãe de amigo- muito querida em Natal/RN. Nunca fui tão bem recebida em toda minha vida!!

Logo depois meu amor chegou para fazermos uma viagem divertidíssima pelo lindo litoral nordestino! Conhecemos Genipabu, O maior cajueiro do mundo, Praia de Pipa, Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Carneiros, João Pessoa, Tambaba, Praia Bela, Coqueirinhos…e mais um monte de lugares que agora não lembro o nome!!

Depois tive a oportunidade de compartilhar uma viagem em família no Rio de Janeiro, bem legal e já acompanhados pelo pequeno Pedro!!

Em 2011 comecei uma pós-graduação, já fiz aí uns 6 ou 7 módulos e em 2012 irei concluí-la, se Deus quiser!

Também foi meu primeiro ano como motorista e, graças a Deus, não me envolvi em nenhum acidente no trânsito! Obrigada Senhor!

Enfim, caros leitores, apesar desse blog não ter o objetivo de ser um diário, resolvi compartilhar as alegrias do ano que se foi com vocês!

Agora, a ordem é planejar e realizar em 2012!!

Vamos juntos rumo a um futuro de sonhos realizados!

Feliz Ano Novo!

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Um ano a dirigir

25 de novembro de 2011 at 17:57 (Uncategorized)

(Obs: Esse texto foi iniciado ano passado e abandonado pela metade. Resolvi terminá-lo e publicá-lo para comemorar um ano de motora! Vcs lembram como foi traumática minha primeira saída sozinha de carro? )

 

O medo que foi meu

Fugiu sem avisar

Ficou na contramão

Nem quis sinalizar

 

Parei em um sinal

Notei aquela ausência

Na hora de arrancar

Ganhei eficiência

 

Um ano se passou

E vim finalizar

O poema que ficou

Um ano a se calar

 

O medo que foi meu

Fugiu sem me assustar

Fiquei com a cautela

Sempre a me acompanhar…

 

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Ao meu pensamento, à minha inspiração

19 de agosto de 2011 at 21:55 (Mundo literatura)

Por Vanessa Damasceno

Eu atropelo minhas próximas palavras

Para escrever-te, pensamento meu

Eu atraso todo esse serviço

Mas pouco ligo já que  tudo é seu

 

Venha para junto de mim, inspiração

Desconstrói aquele mito de transpiração

Que esse seja um leve aquecimento

Para surgir então o grande argumento

 

Vamos fugir do Compre, Venha, Faça

E esquecer as ilusões baratas

 

Vamos deixar, por um instante,de persuadir

Vamos apenas nos permitir

 

Quero esquecer nesse momento o consumismo tolo

E não me venha com prêmios de consolo

 

Quero brincar de esconde-esconde

Com o pensamento meu

Escorregar de vez em quando

Nos erros que cometeu

 

Quero ousar  e acertar também

E alegrar, por um instante, alguém

Então, inspiração que é minha, vem!

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O comportamento das marcas no século XXI

10 de agosto de 2011 at 18:51 (Mundo Comunicação) (, , , , , , , )

Por Vanessa Damasceno

Amigos leitores,

Compartilho com vocês uma série de pequenos textos que surgiram depois das aulas do módulo Arquitetura da Marca, da pós que estou fazendo. Espero que gostem!

        Para falar sobre marcas é preciso compreender, em primeiro lugar, que uma marca está longe de ser apenas um símbolo gráfico bem ou mal elaborado. A marca é revestida de sentimentos, sensações, valores. E essa percepção muda para cada consumidor. Cientes dessa realidade, as empresas têm procurado associar suas marcas a diversos temas, sensações e valores diferentes, possibilitando que os consumidores a vejam “com outros olhos”, “com carinho”, “com confiança” e tomem a atitude de consumir seus produtos ou serviços.
Porém, para conquistar este diferencial em relação aos concorrentes, as marcas precisam cada vez mais focar em produtos e serviços diferenciados, exclusivos.
Outro desafio que as marcas encontram é a diversificação das mídias. Há tempos, o consumidor tinha poucas opções de emissoras de TV e nem todos os lares tinham um controle remoto. Agora, as incontáveis emissoras da TV por assinatura pulverizaram a audiência, impossibilitando as marcas de falarem, ao mesmo tempo, com todo mundo.
Então, chegou a hora e a vez da comunicação dirigida, da segmentação do público, da integração dos profissionais de Relações Públicas, Publicidade, Marketing e Assessores de Imprensa para comunicarem, cada um com suas técnicas e métodos, a mensagem da marca para a pessoa certa.
Nesse sentido, a marca está mais digital do que nunca. As empresas criam perfis em redes sociais, interagem com os internautas, tiram dúvidas e até fazem atendimento on-line para consumidores. Nesse universo digital, as marcas só têm uma opção: participar e interagir, afinal, é impossível não ser citada em algum momento, já que o consumidor tem o poder de emitir a opinião a qualquer momento, de se organizar contra a empresa em comunidades e grupos, portanto, é fundamental zelar pela marca no mundo digital.

Responsabilidade Social

     Outro comportamento empresarial que reflete essa busca pela atenção do público é a preocupação com a sociedade. As pessoas começaram a criticar as empresas que apenas enchem os cofres com tamanha lucratividade e não devolvem nada para a sociedade. O fenômeno da Responsabilidade Social Empresarial ganhou força no mundo corporativo. E as empresas começaram a adotar uma postura mais ativa na sociedade investindo em educação, saúde, cidadania, etc.
Há quem diga que a instância pública, ou seja, o Governo, acaba cruzando ainda mais os braços para as desigualdades sociais e problemas da sociedade diante da postura da iniciativa privada. É como se o Governo transferisse responsabilidade para a empresa de cuidar do social.
Fugindo dessa esfera política, o fato é que a empresa se utiliza dessas ações para vender mais, já que tem sua imagem associada à Responsabilidade Social.

Meio ambiente

      Acompanhar as tendências mundiais também tem sido uma estratégia das marcas. Enquanto o mundo inteiro discute as questões ambientais e climáticas e faz um movimento pela preservação do meio ambiente, as empresas agregam valor para as marcas poluindo menos, utilizando produtos reciclados, patrocinando eventos sobre o tema e desenvolvendo programas de otimização de consumo. Como cada vez mais pessoas estão levantando a bandeira ecológica, as empresas precisam se adaptar e mostrar para o consumidor que apóiam este movimento, já que ao longo dos anos as empresas sempre foram vistas como as grandes vilãs da poluição e do consumismo, conseqüentemente, a grande vilã do impacto ambiental.

Vida Saudável

     Outra tendência mundial que as empresas precisaram se adaptar, mediante mudança de comportamento do consumidor, foi a tendência da “vida saudável”. Cada vez mais as marcas de produtos alimentícios se reinventam para públicos específicos. Os alimentos considerados altamente calóricos começaram a criar linhas light e diet, a exemplo dos sorvetes, iogurtes, chocolates, requeijão, biscoitos, entre diversos outros. Mesmo as marcas de refrigerantes, por exemplo, começaram a diversificar suas linhas de produtos, incluindo sucos, refrigerantes light, diet e zero e a tendência é que esses produtos preencham cada vez mais espaço nas gôndolas dos supermercados. “O estilo saudável” influenciou inclusive o mercado da prestação de serviços. Cada vez mais as academias lotam de clientes, abrem filiais e dão espaço para novas modalidades antes pouco praticadas. O setor de roupas esportivas, antes muito focado nos homens e também nos atletas, customizou seus produtos, inclusive deixando-os mais femininos e estilosos para agradar uma nova consumidora ávida por estilo de vida saudável: a mulher.

Cultura e entretenimento

       Em um mundo dominado pelas cobranças organizacionais, onde os cargos são disputadíssimos, as pessoas ficam cada vez mais estressadas e cansadas. Na contramão dessa realidade, o lazer e o entretenimento proporcionam ao ser humano momentos de socialização, o que é fundamental para a recuperação do bem estar físico e emocional das pessoas. As marcas, muito atentas para esta necessidade, associam suas marcas a eventos culturais como shows, teatro, música, entre outros. Dessa forma a marca fica associada na mente do consumidor como sinônimo de festa, alegria e lazer, além de ser uma marca que apóia as iniciativas culturais.
           Esta é a perspectiva das marcas para o século XXI: Estão cada vez mais respondendo aos anseios e necessidades do consumidor, cada vez mais ligadas nas questões sociais e ambientais, cada vez mais promovendo a vida e o estilo saudável e proporcionando cada vez mais experiências divertidas e culturais para o consumidor. E tudo isso para alcançar os dois Vs de finalidade: vendas e valor.

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Por onde andei enquanto você me procurava

8 de agosto de 2011 at 21:59 (Mundo geral, Mundo mulher) (, , , )

Por Vanessa Damasceno

Este título é bastante pretensioso, afinal, tenho quase certeza que ninguém procurou por mim aqui no blog nos últimos meses, mas agradeço aos poucos acessos que não pararam mesmo neste meu período de vazio literário!

E olha que vivi tanta coisa bacana nessses últimos meses.
É uma droga perceber que quase nada ficou registrado.
No meu mundo, registrar a vida é escrever.
É a minha forma de arquivar lembranças, sensações, medos e vitórias.

Tudo bem que nesse meio tempo descobri uma nova forma de registrar a vida: a fotografia!
Fiz um curso que ampliou minha visão, e a verdade é que eu fiz muito mais do que fugir do botãozinho verde de todos os dias. Foi uma verdadeira descoberta de possibilidades!
Mas devo confessar que apesar de estar encantada com a fotografia não sou das mais talentosas. Fazer o quê? Continuar praticando e tentando, igualzinho diz a peixinha Dori do filme “Procurando Nemo” – Continue a nadar, continue a nadar…para encontrar a solução, nadar!

Entre um clique e outro, aconteceram coisas especiais.
Uma delas foi ter me tornado tia novamente e pela primeira vez na vida, sou madrinha! (isso merece um texto exclusivo, claro!). Mas deixe-me corujar um pouquinho. Nasceu o Pedro, um rapazinho muito esperado aqui fora. Ele veio todo singular, com uma beleza que nenhum apostador de bolão acertou, mas simplesmente LINDO DA TIA DINDA e segundo a mamãe, muito parecido comigo quando bebê! Ele já anda ensinando muita coisa para todos nós. O nascimento do Pedro me ensinou que algumas coisas não fazem o menor sentido na vida quando nossa família precisa de nós (mesmo que tenha uma multidão para ajudar). Trabalhar e estudar tem sido muito difícil e quase inútil se eu pensar que poderia estar mais próximo da minha irmã e seu bebê. Que Droga! Eu não vi o primeiro banho dele. O que eu estava fazendo nessa hora? Um texto, uma planilha, uma ideia para algum anúncio? Poxa, tudo isso passará e eu não vi o primeiro banho dele, entende? A vida nem sempre é justa. Eita capitalismo selvagem!

Fugindo do assunto titia, nesses meses de vazio literário, eu também estudei.
Foram cinco módulos da pós-graduação e eu ouvi tanta coisa bacana!
É uma droga mesmo não ter registrado em texto o que aprendi com Marcelo Magalhães, Paulo Simonetti, Carlos Freire, Reginaldo Lima e Alex Moreira. Da Histtória da Arte ao Pensamento Criativo, muito bom.
Mas acho que minhas anotações no caderninho ainda podem render um texto, quem sabe!!!

E não me perdoo mesmo por não ter escrito sobre o Intercom Norte! A minha primeira viagem sozinha na vida! As coincidências incríveis, o nervosismo das apresentações, as doces surpresas, as amizades-relâmpago e é claro: a vitória no fim das contas! Voltei de Boa Vista com a sensação de ter aprendido muito mais do que um Congresso poderia ensinar. Me perdoe pela palavra, mas foi foda.

No amor, vivi, graças a Deus, a calma de um amor tranqüilo e experimentei um casamento-relâmpago com meu namorado por quase um mês, com direito a jantar comemorativo no divórcio. Momentos de leseira baré da Vanesse e do Heitor, vai entender. Só posso dizer que foi bom demais e que ficamos ainda mais loucos para o próximo ano e outros longos meses voarem e nossa casinha ficar logo pronta!

No trabalho, quase enlouqueci fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Metade do setor desapareceu diante dos meus olhos por alguns dias, quase não respirei. Pensei em desistir de alguns projetos, ouvi o que me fez desistir de desistir. Recebi elogios, fiquei p da vida com outras coisas e como sempre os dias se passaram e tudo voltou ao “normal”. Agora ando em contagem regressiva para desaparecer também.

Prometo agora não deixar tantos momentos interessantes escaparem assim, sem nenhuma frase para registrar.

Mas você que já me conhece um pouco, deve ter notado que sou simplesmente assim:
Um mundo inconstante.
Sem hora certa para escrever, sem freqüência nas postagens, sem tema definido neste blog, sem muitos leitores, mas extremamente feliz!

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A cinderela desastrada

11 de maio de 2011 at 18:29 (Mundo Humor, Mundo literatura, Mundo mulher) (, , , )

Amigos,

É a primeira vez que o Mundo Inconstante recebe o texto de uma amiga! Que bacana, vamor prestigiar!

Eis que o universo das princesas abordado no penúltimo post continuou rendendo boas histórias e risadas.

Vamos acompanhar a história dessa cinderela e seu salto que não era de cristal, mas era um luxo total!

Por Cinderela Evelyn Lima

A história bem que poderia ser mais um conto de fadas, daqueles que já conhecemos com princesas e príncipes que surgem em um alazão branco ou numa BMW modelo esportivo para salvar a mocinha dos apuros.

Mas, se tratando desse meu estilo desastroso de ser, o texto ganha algumas momentos cômicos.
Tudo começou com a escolha do sapato para ir ao trabalho e foi exatamente aí que a cinderela dessa história nasce.

Um sapatinho não de cristal, mas tão belo como se fosse. Era um scarpin alto, preto, de camurça e com detalhes dourados na parte de traz. Um luxo. Porém um pouco alto de mais para um simples dia de batalha profissional.

Presa já há muito tempo na torre da sala administrativa, a cinderela resolveu fugir do prédio para almoçar num castelo comercial, na padaria da rua ao lado.

Após saciar sua fome com algumas guloseimas, observou que o tempo estava se esgotando e teria que retornar ao trabalho escravo antes que alguém notasse sua ausência.

Caminhando pela rua esburacada, num momento de feitiço, se desequilibrou e caiu. Não foi uma queda comum, foi simplesmente cinematográfica. Cada sapato voou para um lado, o celular se despedaçou e a cinderela se esborrachou no chão.

O cenário do acidente foi uma parada de ônibus lotada de gente.

Vou tentar reconstruir a cena. Vamos lá: imaginem aquele horário do término do primeiro expediente, do almoço ou da saída da escola, quando o ponto de ônibus está pra lá de cheio. Pois era assim que estava o local. Aquela multidão toda viu de camarote, a bela gordinha, caindo em câmera lenta e sem dublê.
Lindoooooo. Pareciam mais aquelas acrobacias de uma ginasta. Pena que era uma jovem senhora sedentária caindo do segundo andar do seu salto 15.

Chorar não podia então a cinderela resolveu ri de si mesma. Alguns cavalheiros a ajudaram a se recompor e a resgatar o telefone móvel que portava, mas que na atual circunstância parecia mais uma sucata, vendo-o naquela situação, todo desmontado.

Pensativa, acanhada e extremamente encabulada com o ocorrido, a cinderela não conseguia nem levantar a cabeça de tanta vergonha. Foi então que surge o príncipe do ônibus, personagem que observou a cena desastrosa do alto. Ele caridosamente pegou um dos sapatos, se ajoelhou e colocou no seu pé. Foi um gentleman em meio a risadagens e galhofas.

Depois disso, a cinderela saiu mais confiante, dando os próximos passos até a torre. Quem diria que aquele dito sapatinho ordinário, objeto de desejo desgraçado de qualquer mulher, poderia causar toda essa situação.
No final de tudo, a mocinha da história chegou no trabalho com as pernas arranhadas e um hematoma roxo, porém com uma versão diferente da moderna cinderela desastrosa.

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